“EPIC: ELVIS PRESLEY IN CONCERT” ESTREIA NOS CINEMAS NESTA QUINTA-FEIRA (26)
DOCUMENTÁRIO DIRIGIDO POR BAZ LUHRMANN REÚNE IMAGENS RESTAURADAS E CELEBRA A POTÊNCIA DE PALCO DE UMA LENDA DA MÚSICA
Os fãs de Elvis Presley têm um encontro marcado com a história a partir desta quinta-feira, 26 de fevereiro. O documentário EPIC: Elvis Presley in Concert chega aos cinemas brasileiros sob direção de Baz Luhrmann, responsável pelo longa Elvis (2022).
Um post compartilhado por EPiC: Elvis Presley in Concert (@epic.themovie)
A produção reúne imagens raras de apresentações ao vivo, bastidores e registros restaurados digitalmente, propondo uma experiência imersiva focada na potência performática do artista que redefiniu o rock and roll.
O material descoberto durante a produção de “Elvis”
Durante a fase de pesquisa e desenvolvimento do filme Elvis, lançado em 2022, Baz Luhrmann e sua equipe tiveram acesso a vasto material de arquivo das apresentações ao vivo do cantor. Parte desse conteúdo, ainda pouco explorado comercialmente, chamou atenção pela qualidade técnica e pela força visual.
A partir desse acervo, surgiu a ideia de desenvolver um projeto dedicado exclusivamente à experiência de palco de Elvis Presley. O documentário concentra-se principalmente nas apresentações da década de 1970, período marcado pelas residências em Las Vegas e pelas grandes turnês internacionais.
O foco não está na narrativa biográfica tradicional, mas na construção do espetáculo — figurino, presença de palco, potência vocal e interação com o público.
Restauração e experiência sonora
Um dos destaques da produção é o processo de restauração das imagens, muitas delas tratadas em alta definição. O áudio também passou por nova mixagem, valorizando a experiência sonora nas salas de cinema.
A proposta é aproximar novas gerações da dimensão artística de Elvis, destacando o impacto cultural de suas performances ao vivo e sua influência na consolidação do conceito moderno de estrela do rock.
Exibição no Brasil
O documentário “EPiC: Elvis Presley in Concert”, que reúne imagens e gravações raras do artista, está em cartaz nas principais redes do país, como Cinemark, Cinépolis e UCI, além de salas com tecnologia IMAX.
A disponibilidade pode variar de acordo com a cidade, sendo recomendada a consulta direta às redes exibidoras para horários e locais.
A permanência do mito
Décadas após sua morte, Elvis Presley continua sendo uma das figuras mais influentes da história da música. Sua fusão de rock, blues e country redefiniu padrões estéticos e abriu caminho para gerações de artistas.
Com EPIC: Elvis Presley in Concert, o público brasileiro tem a oportunidade de revisitar essa força artística na tela grande — em uma experiência que privilegia o espetáculo, o som e a presença de palco que ajudaram a moldar o imaginário do rock mundial.
Para quem deseja uma imersão ainda mais completa, vale assistir ao longa Elvis (2022) e, na sequência, embarcar na viagem proposta pelo documentário. A combinação permite compreender tanto o contexto biográfico quanto a dimensão performática que transformou Elvis Presley em um dos maiores fenômenos da cultura pop.
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Editorial
Apesar do rótulo de “Rei do Rock”, Elvis Presley sempre foi maior do que qualquer definição de gênero. Sua trajetória não se limitou ao rock and roll que o projetou mundialmente. Desde os primeiros discos, a versatilidade já se apresentava como marca registrada.
A paixão pela música gospel acompanhou Elvis ao longo de toda a carreira, influenciando sua interpretação e sua construção vocal. O repertório também transitou pelo country, pelo rhythm and blues, pelo soul e pelas baladas românticas que se tornaram parte essencial de seu legado.
É verdade que ele se projetou no auge da explosão do rock and roll americano, antes da chamada invasão britânica redefinir o cenário pop dos anos 1960. No entanto, mesmo em seu primeiro sucesso radiofônico, “That’s All Right”, já era possível perceber a fusão entre o country tradicional e a energia do rock emergente — combinação que ajudou a moldar sua identidade artística.
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Os números ajudam a dimensionar essa trajetória. Elvis Presley acumulou um desempenho impressionante nas paradas da Billboard ao longo de décadas. Foram 18 singles que alcançaram o primeiro lugar na Billboard Hot 100, de “Heartbreak Hotel” (1956) a “Suspicious Minds” (1969), incluindo sucessos emblemáticos como o duplo “Don’t Be Cruel/Hound Dog”.
Além disso, registrou mais de 25 músicas no Top 10 da Hot 100, entre elas “Can’t Help Falling in Love” e “Burning Love”, ambas alcançando a segunda posição. No total, cerca de 109 canções entraram na Billboard Hot 100 entre 1958 e 2021 — um dado que evidencia não apenas o impacto imediato de sua carreira, mas também sua permanência histórica.
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Mais do que o “Rei do Rock”, Elvis foi um artista de alcance extraordinário, cuja influência atravessa estilos e gerações e permanece viva décadas após seu auge.




